Avançar para o conteúdo principal

Burfday



Hoje faço 21 anos. 21 Outonos, porque a mim a expressão 21 Primaveras não se adequa! E de quem é a culpa de eu fazer 21 anos? Dos meus pais? Claro que não, estão bem enganados! Não, não sou adoptado, quando muito sou adaptado, mas onde eu quero chegar é ao seguinte... eu ter nascido é que é culpa dos meus pais (ter sido "confeccionado" também terá tido a sua quota parte de importância). Agora o facto de eu fazer 21 anos depende da fantástica dinâmica cósmica, do facto de a Terra distar exactamente estes kilómetros do Sol, de as forças galácticas promoverem uma movimentação tão harmoniosa de todos os corpos celestes. Porque em Plutão ainda seria um bebé e em Mercúrio seria um idoso bem entradote... Isto em termos de idade é claro. Por isso no dia de hoje, mais que os parabéns à minha pessoa, devem ser dados os parabéns aos meus pais, em primeira instância, e ao Universo, por se moldar de forma a proporcionar este facto, em algo que eu chamo de uma visão "JP-cêntrica". ;)

Comentários

Mensagens populares deste blogue

pedras

acho muito simpático da parte do fernando guardar todas as pedras do caminho para um dia construir um castelo, mas aqueles de nós que as têm nos rins apreciavam outro tipo de eficácia diferente de apenas contemplá-las durante o passeio diário para abater barriga. com tanto heterónimo ao barulho, pasmo-me que o fernando, pessoa de bem, não tenha dado vida a um ente que se tornasse urologista e arranjasse maneira de ajudar a prevenir várias noites em posição fetal a namorar com o chão frio da casa de banho. diz o povo que as cólicas renais são piores que as dores de parto, mas o povo não pensa no facto de quase metade da população não poder atestar essa comparação. é provável que seja o povo feminino, e esse sim pode saber das duas, como sabe de tudo o resto, sempre em demasia, que o conhecimento verteu todo para o segundo cromossoma x. enquanto um brufen beija um ben-u-ron e abraça outro, vou continuar aqui no meu canto, meio revoltado com o fernando, enquanto pesquiso qual o valor da p...

À terceira é de vez!!!

Como tenho muita lata... este post é na linha de dois recentes... (um deles mesmo recentíssimo, o meu último) e trata da adaptação, não de séries (porque somos muito oranginais por estas bandas e isso depois na verdade tornar-se-ia repetitivo... quer dizer... até parece que assim não...), mas sim de filmes estrangeiros, para português. São novidades muito secretas e portanto só espero que tenham bastante cuidado na divulgação das mesmas (ao dizer isto espero que as publicitem, bem como a vinda aqui ao meu "little corner", numa jogada minha à laia d'"o fruto proibido é o mais desejado"). - Tó Pegane : história de um filho de uma ex-emigrante "na França" (daí a sempre típica mescla do nome António com o Pegane do francês com quem a senhora se casou). O rapaz entra para a Força Aérea, e depois há para lá umas intrigas. Ah! Na cena mais espectacular do filme, Tó Pegan faz um cozido à portuguesa, utilizando para aquecimento dos ingredientes a barriga...

os outros

sempre achei que os outros estavam em maus lençóis. são anos e anos a ler e ouvir que só acontece aos outros, que os outros fazem isto e aquilo, que os outros não são como os não-outros. os outros nunca têm descanso, são imparáveis na energia que colocam nesse mundo bizarro, espelho daquele em que vivemos, e em que tudo sai de pernas para o ar. o que é fácil esquecer é que nós somos os outros dos outros, e que a nossa alteridade nasce no momento em que criamos a alteridade dos outros. é bem mais fácil olhar para um mundo em espelho do que para o próprio espelho, ver os descuidos dos outros em vez das rugas do nosso próprio comportamento, os desvarios alheios em vez dos nossos excessos de inconsistência. ninguém deve ser consistente a vida toda, até faz mal ao colesterol, mas, o mesmo perdão que pedimos para nós próprios, raras vezes é estendido, muito menos de óstia em punho, aos outros. a empatia é um conceito tramado porque obriga a usar muita energia, sobretudo mental, a que mais es...