quarta-feira, março 24, 2004

O insustentável estado de graça do ser...



Jolter Heinz foi atingido por um rude golpe. Jolter Heinz era boa pessoa. Jolter Heinz fomentava o bom relacionamento entre todos os cidadãos do mundo. Jolter Heinz sentia-se bem a fazer isso.

Um dia... Jolter Heinz cometeu um erro. Jolter Heinz admitiu o erro. Depois... pensou que tudo iria melhorar daí em diante.

Jolter Heinz desiludiu-se... descobriu que há muito que os castelos e as grandes terras à volta e a justiça e a bondade são meros contos de fadas.

Apetecia a Jolter Heinz partir e não voltar tão cedo. Dar uma, duas, três voltas ao mundo, sem destino, sem obrigações, sem necessidade de hipocrisias. Mas não o fez! Porque Jolter Heinz não era fraco. Conseguia viver por si. Se o mundo tomasse a medida de nunca mais lhe dirigir a palavra... Jolter Heinz sobreviveria. A sua imaginação era o seu porto de abrigo. Podia pensar até querer, até tanto aquecer os motores... que quase não lhe apeteceria pensar mais.

Jolter Heinz aprendeu duas grandes lições! A não ser mau... porque isso havia sido muito incómodo e perturbante para ele, mas também a não ser bom de mais noutras ocasiões. Afinal... o passado era algo tão volátil como um gás muito volátil. Ninguém o julgaria por isso. Tal como ninguém tinha sido justo a julgar outro J... JC, alguns milhares de anos antes...

1 comentário:

Anónimo disse...

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